domingo, 27 de março de 2016

GAVETA DE SONETOS

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|| 1,2... infinito ||
Os Teóricos Quânticos,
Alquimistas de conceitos e assombros,
afirmam que déjà-vu’s
são hiatos entre universos paralelos.
Espantosos como uma equação
cuja soma de muitos nadas
resultasse em tudos.



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5 comentários:

  1. Como entender sonetos sem métricas e versos com quantidade de sílabas que estão mais para prosa?

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  2. Iran Andrade,
    Muito obrigado pela visita e comentário.
    Petrarca, Camões, Shakespeare e Quevedo já exploraram a forma clássica muito melhor do que sou capaz, assim uso a liberdade da Música que – desde Beethoven, Schoenberg, Stravinsky... – usa os modelos canônicos como ponto de partida para experiências diversas.
    Depois, e às vezes, tem a delícia da rima, luxo eventual que tudo anima.

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  3. Transcrito de uma mensagem do Facebook.
    Carlos Gonçalves
    O amigo Douglas Bock nos leva nas paixões próprias do humano ser. Com ele não há determinismo ou fatalismo, pois como ensina Epicuro em sua Carta Sobre a Felicidade a Meneceu, doutrina que deixemos de ser escravo dos naturalistas, mais vale aceitar que se preserve a vontade humana e a liberdade individual. Somo todos livres de escolher e não cativo do fatalismo. Melhor Morder o Fruto e ser feliz.
    Mais uma vez repriso tudo como da primeira vez. Vale apena reapresentar tudo como antes. Felicidade muita, amigo Douglas Bock.

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  4. Recebido via Facebook

    Geraldo Lyra Lyra
    Esperando que "a emenda" não fique "pior que o soneto"

    CABO DOSA TORMENTOS

    Enublado no Cabo dos Tormentos,
    qual qualquer capitão ensandecido,
    o qual cansado de arrostar os ventos,
    duvida se devia ter partido.

    E, nos bares, com ébrios pensamentos,
    novo rumo no mapa é definido.
    Navegar é preciso e vencer elementos,
    para isso o barco audaz foi construído.

    Encontrar o caminho, ousar inventos,
    tentar fazer do sonho mal vivido,
    um brigue flibusteiro levantado e teso.

    Para viver de precisos alentos,
    que o destino é dilema decidido:
    canhão armado com pavio aceso.

    Douglas Bock

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  5. Transcrito do Facebook
    SOLINETO II
    Maria Luíza Faria ― Era um sonho... Mas a alma, carente, fingiu que era verdade, sedenta de amor. Sempre um encanto ler seus versos, Douglas. Fica sempre um desejo de continuação. Boa tarde, poeta!

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